Porto Velho usa a COP30 para fortalecer o diálogo climático e buscar investimentos voltados a infraestrutura e soluções ambientais.
A participação de Porto Velho na COP30, realizada em Belém do Pará, tem sido marcada por agendas bilaterais e negociações com agências de desenvolvimento, bancos internacionais e organizações civis. A conferência reúne representantes de mais de 195 países para discutir cooperação climática, redução de emissões, combate ao desmatamento e estratégias ambientais.
A Prefeitura considera o evento uma oportunidade estratégica para apresentar o potencial econômico e socioambiental da capital rondoniense. Segundo a gestão municipal, a presença da cidade segue o conceito de paradiplomacia, que ocorre quando municípios e estados buscam diálogo direto com organismos internacionais e governos estrangeiros.
O prefeito Léo Moraes conduz as agendas técnicas e políticas em Belém. Ele afirma que as reuniões buscam financiamento para enfrentar desafios ambientais, ampliar obras estruturais e reduzir impactos climáticos. “Estamos em agendas bilaterais, cara a cara com grandes agências de desenvolvimento, bancos internacionais e sociedade civil, apresentando o potencial da nossa cidade”, disse.
A equipe técnica da Prefeitura também apresentou dados da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Sema) sobre focos de calor. O balanço aponta redução significativa entre 2024 e o mesmo período de 2025. O prefeito atribui a queda às ações de prevenção, às campanhas educativas, às legislações ambientais e às atividades de limpeza urbana.
A gestão municipal reforça que Porto Velho ocupa posição relevante na Amazônia ao integrar discussões internacionais sobre clima. A Prefeitura afirma que busca parcerias voltadas a inovação urbana, infraestrutura sustentável e iniciativas que reduzam efeitos do aquecimento global.
Com a continuidade das agendas na COP30, Porto Velho pretende ampliar cooperações internacionais e fortalecer políticas ambientais apresentadas durante o evento.




