Rondônia mantém a coqueluche sob controle, sem registro de surto, após a confirmação de um caso isolado em um bebê no fim de março, em Porto Velho, segundo informações da Agência Estadual de Vigilância em Saúde (Agevisa/RO).
As equipes de vigilância intensificaram o monitoramento epidemiológico, com investigação do caso, rastreamento de contatos e adoção de medidas de bloqueio para evitar a disseminação da doença. A notificação compulsória tem permitido resposta rápida diante de suspeitas.
Entre as ações adotadas estão a realização de exames laboratoriais, orientação à população sobre sintomas e reforço das estratégias de prevenção em todo o estado.
Vacinação é principal forma de prevenção
A vacinação segue como a principal medida de proteção contra a coqueluche. Em Rondônia, a cobertura da vacina pentavalente atinge cerca de 97%, índice considerado acima da meta estabelecida, mas que exige manutenção contínua para evitar novos casos.
A recomendação também inclui a imunização de gestantes com a vacina tríplice bacteriana acelular (dTpa), essencial para proteger recém-nascidos nos primeiros meses de vida, período de maior vulnerabilidade.
Sintomas exigem atenção, principalmente em crianças
A coqueluche é uma doença respiratória que pode apresentar casos esporádicos e atingir com maior gravidade crianças pequenas, especialmente menores de dois anos. Entre os principais sintomas estão tosse persistente por mais de 10 dias, crises intensas de tosse, dificuldade para respirar, vômitos e episódios de apneia em bebês.
A orientação das autoridades de saúde é que, ao identificar sinais compatíveis com a doença, a população procure atendimento em uma unidade de saúde para avaliação e acompanhamento.
Estado mantém distribuição de vacinas
O abastecimento de vacinas está regular em Rondônia, com distribuição contínua para as seis regionais de saúde, garantindo acesso à imunização em diferentes municípios.
Além das ações voltadas à coqueluche, o estado mantém ativa a campanha de vacinação contra a influenza até julho, ampliando a proteção contra doenças respiratórias e reforçando as estratégias de saúde pública.




