O contador da Eficaz Contabilidade e candidato a deputado estadual, Francimar Simão (PT), acompanha a pauta ambiental em Rondônia. A 1ª Marcha pelo Clima de Porto Velho, realizada neste domingo (20), levou às ruas uma mobilização em defesa da vida, da democracia e da justiça climática.
Com o lema “A vida não pode esperar. Justiça climática já!”, a caminhada saiu da Praça das Três Caixas d’Água e seguiu até o Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Participaram povos indígenas, comunidades tradicionais e ribeirinhas, juventudes, mulheres, estudantes, pesquisadores, artistas, movimentos sociais e organizações, ampliando a diversidade de vozes presentes.
Em Rondônia e na Amazônia, a Marcha destacou temperaturas elevadas, secas e cheias extremas, queimadas, fumaça, desmatamento e pressões sobre rios, florestas e territórios e modos de vida. Também reivindicou participação popular e direitos das comunidades afetadas.
Na chegada à EFMM, ocorreu ato simbólico pelo tombamento popular do rio como patrimônio vivo, histórico e cultural amazônico e foi apresentado o manifesto “O Rio Madeira é Patrimônio Vivo e Inalienável da Amazônia”. Petição pública pelo tombamento segue aberta para assinaturas.
Organizações e movimentos socioambientais organizaram a 1ª Marcha, com Cáritas, CPPT Cuniã, Coalizão pelo Clima Amazônia, CPT, Levante Feminista, COMVIDA e Movimento Rio Madeira Vivo. Mais de 30 entidades aderiram; houve programação cultural e perspectiva de continuidade das articulações em Porto Velho e Rondônia.
“Defender a justiça climática é proteger a vida, os territórios e as comunidades. A Amazônia é nossa casa, e precisamos cuidar dela com participação popular e políticas ambientais permanentes”, destacou Francimar Simão.
A defesa do meio ambiente integra a plataforma de campanha de Francimar Simão. Entre seus compromissos estão a preservação da Amazônia, o combate ao desmatamento ilegal, o incentivo à energia limpa, a proteção dos recursos hídricos e o fortalecimento de iniciativas de desenvolvimento sustentável. A proposta relaciona a agenda ambiental à saúde, à geração de emprego e renda e à melhoria da qualidade de vida da população de Rondônia.






