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Porto Velho à beira de colapso sanitário: nova empresa de coleta não tem estrutura a poucos dias do início do contrato

Por Redação
15 de abril de 2026
Em Geral
Foto: Reprodução

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A poucos dias do início previsto para a nova operação de limpeza urbana, Porto Velho pode enfrentar um cenário crítico na coleta de resíduos. Informações apontam que a empresa Sistemma, responsável por assumir o serviço, ainda não dispõe de estrutura básica para iniciar as atividades no prazo previsto.

A situação acende alerta para risco de descontinuidade de um serviço essencial, com impacto direto na saúde pública de uma população de quase 500 mil habitantes, especialmente diante das condições climáticas da região.

De acordo com o que foi apurado, até o momento a empresa não possui:

* filial física instalada em Porto Velho
* funcionários contratados, incluindo motoristas e coletores
* garagem licenciada e apta para receber colaboradores e frota
* equipamentos específicos para a coleta no Baixo Madeira, que exige logística fluvial

Enquanto a nova empresa ainda não apresenta estrutura operacional no município, o sistema atual se aproxima do encerramento. A decisão administrativa estabelece que a atual prestadora permaneça no serviço apenas até o dia 22 de abril, reduzindo o prazo para transição.

Nos bastidores, o clima é de tensão. Sem funcionários contratados e sem base logística, a avaliação técnica é de que a nova empresa não teria condições de assumir o serviço com eficiência em um prazo inferior a uma semana, o que amplia o risco de descontinuidade da coleta na capital.

Histórico de problemas em outras cidades

A empresa Sistemma acumula registros recentes de dificuldades operacionais e questionamentos em diferentes municípios. Em Belo Horizonte, onde atua atualmente, enfrentou uma greve de garis no início de 2026, com paralisação da coleta e denúncias envolvendo condições de trabalho, frota e estrutura operacional.

Em Londrina, houve mediação judicial em dissídio coletivo diante do risco de paralisação do serviço. Já no município de Itumbiara, a razão social vinculada à empresa aparece em ação do Ministério Público relacionada à investigação conhecida como “máfia do lixo”, com bloqueio de bens durante o andamento do processo.

Tags: Porto Velho
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